quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013




NAQUELE BANCO

Casarões de um tempo morto.
A igreja matriz.
O badalar dos sinos.
Transeuntes passavam e ficavam admirando o poeta e a mulher mais jovem a se falar tão descontraidamente.
Tio e sobrinha.
Almas parecidas.
Duas criaturas sensíveis a falar de seus sonhos.
Poesia!
Ela pensava: Quer um papo melhor para este dia?
Uma hora sentados ali a deixar a alma falar.
Uma conversa interessante, desestressante.
Esses lobos poetas quando se encontram! Ela pensava de novo.
Ah! O poeta é tão especial!
Vem de outro planeta e tenta ser igual.


sonia delsin 

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